Professores da UFCG vão paralisar atividades em protesto contra a reforma da previdência



Os professores da UFCG vão paralisar as atividades no dia 19 de fevereiro, contra a reforma da previdência do Governo Temer. A decisão foi tomada em assembleia geral da categoria, realizada simultaneamente nos campi de Campina Grande, Sumé e Cuité. Os professores também vão participar de várias atividades de mobilização durante o Carnaval e de um ato público, pela manhã, na Praça da Bandeira, em Campina Grande, a partir das 9h, no dia 19.

De acordo com a diretoria da ADUFCG, a deliberação dos professores ocorreu após uma detalhada avaliação da conjuntura política pela ADUFCG e por vários participantes da assembleia. Concluiu-se que "é fundamental ampliar o esclarecimento e o alerta à categoria para os prejuízos que a reforma trará aos trabalhadores da iniciativa privada e aos servidores públicos, além de colaborar com a construção de uma nova greve geral para impedir a reforma da previdência e a revogação da reforma trabalhista e da lei das terceirizações", disse a ADUFCG, em nota.

A decisão de paralisação também segue uma deliberação, por consenso, do Fórum das Entidades Nacionais de Servidores Públicos Federais (Fonasefe) e do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate) tomada, em Brasília (DF), no sábado e domingo (3 e 4). Além de barrar a contrarreforma da previdência, o fórum deliberou contra o desmonte dos órgãos públicos, pela revogação da Emenda Constitucional (EC) 95 e pela revogação da Reforma Trabalhista. As maiores centrais sindicais do país também deliberaram por paralisações e mobilizações no dia 19.

Os professores da UFCG participarão da preparação de um ato público do Comitê Municipal contra a Reforma da Previdência, para o próximo dia 19 de fevereiro e de várias mobilizações durante o Carnaval. Uma reunião da Comissão de Mobilização da ADUFCG com este objetivo foi convocada para a tarde de amanhã (08), às 17h, na sede do Sindicato.

Sumé

No Campus de Sumé, os professores vão realizar atividades em conjunto com os movimentos sociais da região, com intervenções nas ruas da cidade e um ato público na feira, no dia 19. Também foi deliberada a organização de um comitê local de mobilização, a produção de um panfleto de esclarecimento a população sobre a reforma, a produção de áudios para a veiculação em carros de som e de faixas. Será incorporada ao movimento a luta contra o fechamento das escolas rurais.

A ADUFCG tem como base de atuação os Campi da UFCG em Cuité, Sumé, Pombal, Sousa e Campina Grande.

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