Temer defende sede do banco do Brics no Brasil



PEQUIM - O presidente Michel Temer defendeu a instalação da nova filial do Novo Banco do Desenvolvimento, o banco do Brics, no Brasil. Esta era uma das principais demandas do pais durante as negociações sobre o comunicado final da 9ª Cúpula dos Brics, como antecipou O GLOBO. Mas, como não houve uma decisão dos líderes sobre o cronograma de instalação, a menção ficará fora do documento. No entanto, a ideia é que o novo escritório fique pronto em até dois anos, quando o Brasil assumirá a presidência do Brics. Antes disso, será criada uma pequena agência da instituição em solo brasileiro. Não se sabe ainda se no Rio de Janeiro ou em São Paulo.

Temer afirmou que o banco do Brics deve ser ágil, eficiente e financeiramente saudável. E que é preciso que o banco mantenha elevados padrões de governança e de transparência, como vem acontecendo.

— Isso é fundamental para que continuemos a ter, sempre, uma instituição sólida, que atenda às expectativas do Brics e do mundo — afirmou o presidente.

Esta é outra posição brasileira importante: a defesa dos critérios técnicos para todas as decisões do banco. Durante todas as negociações, o Brasil tem defendido que o banco não pode ser usado como um braço do Brics, mas deve operar como uma instituição financeira como outra qualquer, independente e eficiente.

Temer afirmou que é necessária a facilitação do comércio entre os cinco países do grupo e defendeu a simplificação de procedimentos de exportação e importação.

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— Precisamos, talvez, dar mais agilidade aos trâmites governamentais.

Ele destacou ainda a proposta brasileira de criação de mecanismo de troca de informações entre agências de inteligência.

— Em um mundo cada vez mais interconectado, é fundamental unir esforços para enfrentar desafios que transcendem fronteiras.

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