Trump diz que comportamento da Coreia do Norte terá consequências


O presidente americano, Donald Trump, denunciou nesta quinta-feira (6) a atitude beligerante da Coreia do Norte e pediu à comunidade internacional que demonstre a Pyongyang que existem "consequências", antes de afirmar que está examinando uma resposta "severa".

"Eu peço a todas as nações que enfrentem esta ameaça global e demonstrem publicamente a Coreia do Norte que há consequências para seu comportamento muito, muito ruim", declarou Trump durante uma visita a Varsóvia.

Em coletiva de imprensa conjunta com seu colega polonês, Andrzej Duda, Trump disse que não quer que a Coreia do Norte se transforme em uma nova Síria e pediu às nações aliadas que se somem não só para combater o terrorismo jihadista, mas também a ameaça da Coreia do Norte.

"Eu tenho coisas severas sobre as quais estamos pensando", disse, antes de completar: "Isto não significa que vamos fazer".

Trump ainda criticou seu antecessor, Barack Obama. "Eu não traço linhas vermelhas", assegurou Trump ao falar sobre a Coreia do Norte. O mandatário comentou ainda o "grande erro" de Barack Obama, ao traçar uma linha vermelha das armas químicas na Síria, porque, na sua opinião, o democrata agiu quando ficou provou seu uso por parte do regime do presidente sírio, Bashar al Assad.


Rússia


Na véspera do seu encontro com o presidente russo, Vladimir Putin, Trump afirmou que trabalha com aliados para se opor "às ações da Rússia e seu comportamento desestabilizador". O Kremlin discorda.

"Nós não concordamos com essa abordagem", disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, segundo a Reuters.

Peskov disse que o Kremlin também lamentou a falta de entendimento entre a Rússia e os Estados Unidos quanto às expectativas para suas futuras relações.

"É exatamente por isso que esperamos o primeiro encontro dos dois presidentes", disse Peskov.

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